4

Feliz 2011

Posted by Hugo Alves on 21:03

2010 acabou! Graças a Deus. Posso dizer que foi um ano de mais tristezas do que alegrias. Infelizmente. Minha listinha de objetivos para 2010 entrega meus fracassos. 2009 foi um ano em que conquistei praticamente tudo o que tinha planejado, mas o ano que sucedeu não foi dos melhores. Mas ainda bem que acabou e espero que 2011 seja bem melhor.

Claro que para ser melhor depende de mim! E depois de ter feito um balanço cheguei à conclusão que aprendi lições que vão além de profissionais ou financeiras e que tentarei levá-las para o resto da vida. Tentei tirar algo de bom em algo ruim. Estou tentando enxergar tudo como um crescimento pessoal, fragmentos de – talvez – uma possível experiência. Não foi fácil chegar a estas conclusões, mas cheguei.

Ah, já fiz minha lista para 2011, muito mais modesta. Tentei estabelecer metas menores, mais fáceis de serem alcançadas. Sem gerar muita expectativa, para não ser tão frustrado. Enfim, tentar manter os pés no chão. E, claro, não deixar de sonhar, porém, sonhar mais baixo, mais dentro da realidade.

Por mais que não pareça, essas palavras são otimistas. Estou com boas perspectivas para este novo ano. Espero chegar aqui no próximo post de final de ano e dizer que foi tudo ótimo. No mais, passei aqui pra desejar um feliz ano novo para todos e que Deus ilumine cada um de nós. Que venha 2011 e vamo-que-vamo!

Bom, aproveitando o post, recebi um selo (premio) da Virgínia, autora de um blog muito interessante, o Dictum Et Factum, que desde já agradeço o carinho. Vou compartilhar aqui com vocês.

"O Prêmio Dardos é o reconhecimento dos ideais que cada blogueiro emprega ao transmitir valores culturais, éticos, literários, pessoais, etc... que, em suma, demonstram sua criatividade através do pensamento vivo que está e permanece intacto entre suas letras, e suas palavras. Esse selo foi criado com a intenção de promover a confraternização entre os blogueiros; uma forma de demonstrar o carinho e reconhecimento por um trabalho que agregue valor à web."
  

De acordo com as regras, devo:

1.Exibir a imagem do selo em meu blog;
2.Linkar o blog que recebi a indicação;
3.Escolher outros blogs para entregar o Prêmio Dardos;
4.E por fim avisar os indicados

Bom, ultimamente quase não ando acompanhando muitos blogs, mas vou citar pelo menos 3 que admiro:
 
DICTUM ET FACTUM (que também acompanho!) 
 
Estes eu sigo e indico!


Links para esta postagem
2

Encoinfo

Posted by Hugo Alves on 02:11
Dias 18 e 19 de Novembro participei de mais uma edição do ENCOINFO - Encontro de Estudantes de Informática do Tocantins, um evento organizado por professores e acadêmicos do curso de Sistemas de Informação e Redes de Computadores do Ceulp/Ulbra. Um belo evento, modéstia a parte. O evento nasceu no final da década de 90 e hoje se encontra na 12ª edição.

Para quem acha que “santo de casa não faz milagres”, afirmo que esse congresso não deixa a desejar – no que tange a organização e qualidade – comparado aos de cunho nacional. Muitos esforços foram empregados ano após ano para que se tonasse possível a realização deste evento. E se observarmos o quanto o valor das inscrições é inferior ao dos demais que participei nos orgulharemos ainda mais. Não é atoa que este é o maior evento com foco em TI – Tecnologia da Informação – do estado do Tocantins.

Na edição deste ano quem se inscreveu ganhou, além de uma camiseta do evento, um kit com caneta, bloco de anotações, guia de programação, cd com os anais (artigos publicados) e o tradicional crachá. Outro diferencial é a Encofest, uma festa que acontece sempre ao final do evento, geralmente na Bianco Club Lounge, uma das principais boates de Palmas. Ah, não poderia me esquecer dos coffee break’s (sim, no plural, pois são muitos), que também é tradição no Encoinfo.

Os palestrantes são de renomes, as sessões técnicas interessantes e os mini-cursos são ótimos. São várias opções de mini-curso para que o participante escolha o que mais lhe interessar. Vários temas. Claro que não dá pra aprender tudo sobre determinado assunto/tecnologia/recurso em apenas 8 horas de mini-curso, mas dá uma boa noção.

Banner que foi utilizado na divulgação.

Enfim, é o 6º ano seguido que participo e pretendo participar sempre que possível.

Portanto, fica meu convite para o próximo Encoinfo, provavelmente em Novembro de 2011. E se quer ver aquele professor que você nunca imaginou que iria a uma boate ou um acadêmico nerd (não sou eu!) chapado alcoolizado, participe da Encofest também!

Links para esta postagem
6

SBGames 2010

Posted by Hugo Alves on 03:44
O mundo sofre por constantes mudanças, isso é fato. E essas mudanças influenciam diretamente em nossas vidas. Outro dia escrevi alguma coisa sobre isso, aqui. Existem mudanças em praticamente todos os aspectos, alguns mais relevantes, outros nem tanto. Sem sombra de dúvidas a tecnologia é algo que está tão inserido à vida do ser humano que já não imaginamos como seria a vida sem ela e sim como será o futuro com o seu avanço. Dentre tantas inovações tecnológicas, os games eletrônicos também merecem ser ressaltados.

No início de Novembro fui até Florianópolis-SC participar do IX Simpósio Brasileiro de Jogos e Entretenimento Digital – SBGames, organizado pela SBC – Sociedade Brasileira de Computação. Por ser um evento nacional e todo ano ser realizado em uma localidade diferente reúne pessoas de todas as partes do Brasil. À edição desse ano abordou o tema “Games na rede”, refletindo sobre as relações entre os games e as redes sociais, que são fortes tendências. Também foram abordados tópicos como as tribos que surgem na rede influenciadas pelos games e a preparação do mercado e a indústria para atender essas tendências.




O evento é muito interessante, não apenas por ser mais importante para a pesquisa e desenvolvimento na área de jogos de computador e entretenimento digital da America Latina, mas também pela variedade de conteúdos e interesses. Estiveram reunidos cientistas, artistas, designers, professores e estudantes de universidades, centros de pesquisa e da indústria de jogos.


Pôde-se encontrar no evento, além dos indispensáveis artigos e palestras, outros tantos conteúdos como: tutoriais, pôsteres, painéis seminários, festival de jogos independentes, stands de novidades, full papers e – obviamente – jogos. Houve sorteios de prêmios como placa de vídeos e celulares, mas sorte nunca foi meu forte. Houve também um campeonato de game, organizado por uma empresa de desenvolvimento de jogos, de Floripa mesmo. A estrutura era ótima, que se diga de passagem. Os melhores do rank também seriam premiados. Não ganhei, mas valeu a participação.



A próxima edição será de 7 à 9 de Novembro de 2011, em Salvador-BA. Quem se interessar em participar do X Simpósio de Games e Entretenimento Digital basta se informar no site do evento.

#ficadica

Links para esta postagem
2

Realista ou pessimista?

Posted by Hugo Alves on 05:59
Às vezes temos mania de pessimismo. E quando acontece o que prevíamos que iria acontecer de ruim então nem se fala. Tem gente que se sente até feliz por ter previsto a situação, mesmo que aquilo seja algo ruim pra si. Acho que quase todo mundo tem pelo menos um pouquinho disso, afinal de contas ninguém é totalmente bom ou totalmente ruim. Mas às vezes a maré não tá pra peixe mesmo.  Sabe quando as coisas começam a darem erradas e não param mais? E quando ocorre algo muito ruim em nossa vida? Pois é, acontece. E como acontece.

Deve ser a lei de Murphy, que diz que “se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo a causar o maior estrago possível”. Outra coisa que também aprendi é que “nunca está tão ruim que não possa piorar”, e olha que essa eu já tive provas concretas de que é verdade! Mas, acha que é só isso? Não, o buraco é mais embaixo. Outro dia navegando na internet conheci outra lei, a de Clark, dizendo que “Murphy era otimista. Pronto, agora temos argumentos suficientes para sermos pessimistas. Portanto, se alguém lhe questionar, basta mencionar uma dessas frases e pronto, meio caminho andado para despachar esse povo que não aceita a dura e cruel realidade da vida.

Essa mania de negativismo é que muitas vezes nos impede de enxergarmos outro(s) lado(s) de alguma situação ou entendermos que é uma fase e que vai passar. Certa vez ouvi uma frase de um padre que dizia: "Tudo na vida é passageiro, menos o cobrador e o motorista”. Claro que ele não falou isso de uma forma filosófica e sim em tom de comédia, arrancando risos de muitos. Realmente, se tratando de transporte coletivo, faz sentido a frase (RS). Mas, de certo modo, podemos estender essas palavras ao nosso cotidiano.

Nem sempre nos damos conta de que nossas vidas são compostas por fases. E essas fases passam, ou para pior ou para melhor, mas passam. Não conheço um ser humano que vive sem problemas. Mesmo os que possuem dinheiro, poder, etc. O que pode variar são os tipos de problemas enfrentados pelas pessoas, entretanto, todos nós estamos expostos a isso. Deve ser por isso que muitos falam da tal Arte de viver.

Algo que dificilmente percebemos, é que tudo que acontece tem o lado bom e o lado ruim. Às vezes se trata de algo tão desastroso que dificilmente achamos algo de bom no ocorrido, mas não significa que não tenha. Claro que pode ser em proporções bem menores, quase imperceptíveis, mas tem. Mesmo que seja algo de tamanho tão inferior aos prejuízos (financeiros, morais,...) e/ou dores (físicas, sentimentais,...), temos que tentar encontrar. É fato que são de momentos que a vida é feita e que alguns demoram a passar e outros não, alguns se repetem e outros não, alguns acontecem e outros não. E precisamos nos agarrar a um mínimo sinal positivo das situações, para que não percamos a vontade de continuarmos escrevendo os episódios de nossas vidas. Que sejamos realistas e não pessimistas!

Tudo que acontece em nossa vida tem o lado ruim e também o lado bom. E mesmo que o lado bom não compense o lado ruim, ele existe.



Links para esta postagem
2

Agora é moda

Posted by Hugo Alves on 05:56
Nossa vida é composta de fases. Não apenas de fases, mas de vários tipos de fases. Não existe um ser humano sequer que nunca tenha passado por uma fase ruim, seja de qualquer tipo. Nem sempre podemos definir ou prevê a ordem e o tempo dessas fases, exceto quando se trata das classificações básicas do ser humano: infância, adolescência, idade adulta e “melhor idade”.

Todos sabem da importância da força jovem. Não é atoa que a partir dos 16 anos de idade você já passa a ter valor para os políticos, pelo menos nas vésperas das eleições. Afinal de contas, a força jovem pode mudar muita coisa. Talvez as maiores e mais significativas manifestações que já existiram tenham sido promovidas pela juventude. Aquela juventude que não tem medo, que parte pra cima, que parece não ter nada a perder.

Claro que juventude não é sinônimo de adolescência, porém é nessa fase da vida que mais se tem energia, disposição e coragem para encarar novas experiências. E isso nos faz associa-la mais a juventutde. É justamente na adolescência que geralmente se arrisca mais. Mas, por onde anda os adolescentes de hoje em dia? Cadê a voz da juventude?

Sou jovem ainda, não mais adolescente, mas ainda jovem. Hoje, com 21 anos de idade, recém desembarcado da adolescência – se é que tem uma idade definida para essas classificações, vejo como essa evolução da nova geração nos trazem preocupações quanto ao futuro. Não ao futuro dos que hoje são adolescentes, mas sim dos que hoje são crianças ou nem tenham nascidos ainda.

Claro que muito foi mudado para melhor em relação à educação dos filhos e da própria cultura. Talvez pela concorrência acirrada pelo mercado de trabalho ou pela simples necessidade de mudar. Minha mãe, por exemplo, fez um curso superior quando eu já tinha quase 10 anos de idade, devido ter sido impedida de continuar os estudos pelo seu pai – quando ainda adolescente. A cultura era diferente. Hoje a concorrência do mercado é assustadora, as vagas dos concursos públicos passaram a serem disputadas quase como uma copa do mundo (isso se a concorrência fosse de apenas 32 por vaga). O investimento nos estudos aumentou e a preocupação com uma formação superior para os filhos faz com que surjam cada vez mais faculdades particulares, afinal de contas apenas um ensino médio já não é mais suficiente.

Mas e quanto ao comportamento dos adolescentes? Cada vez mais complicados. Ou não, se olharmos no ponto de vista deles. Há quem diga que antigamente “filho respeitava pai” e que a sociedade era bem melhor por isso. Tá, primeiro que esse papo de respeito é muito relativo. Segundo, eu também gostaria de ter vivido aquela época. Quanto ao respeito com os pais e mais velhos realmente falta (e muito) hoje em dia, porém sabemos que até hoje existem exageros por parte de pais, movidos pela ignorância e autoritarismo. Entretanto, tem filho que é criado com tudo do bom e do melhor e, quando cresce, falta quase é bater em pai e mãe (sim, tem os que não ficam apenas no quase).  Será válida mesmo essa tal psicologia? Existe até lei que não se pode mais “bater ou beliscar” os filhos. Para onde estamos caminhando? Será que todo mundo vai ter uma Super Nanny em casa?

A onda da homossexualidade (nada contra os homossexuais) é moda. E tudo o que é moda é algo a ser seguido pelos adolescentes. Crianças de 10 anos de idade já namoram e o exemplo em que se espelham para a formação sexual não é dos melhores, é apenas a moda.  Tudo está acontecendo muito rápido. Tudo se tornou muito banal.

É uma vontade de mostrar quem é que manda, de exibir diferenças. Daí surge estilos um tanto quanto estranhos, como por exemplo, o estilo EMO (nem sei se isso é um estilo ou movimento) entre tantos outros. Sem contar na rebeldia muitas vezes sem motivo, apenas para tornar a voz mais ativa. Não é necessário mais ter uma justifica para ser revoltado, ser revoltado é a justificativa para tudo. Não importa mais o que é certo ou errado e sim o que querem e o que não querem. Por quê? Estamos na era dos “Rebeldes sem causa”.

Em minha opinião, a culpa responsabilidade é de quem educou. Uma criança não nasce com um caráter, ela o adquire com o tempo, de acordo com a educação que recebe. Assim como adquire conceitos, princípios, índole e convicções. Há quem diga que a procedência influencia, porém, embora eu não seja nenhum especialista e muito menos estudei a área, acredito que a genética pode influenciar nos traços ou condições físicas e não na educação. Sei que um filho não vem com um manual de instruções ou uma cartilha ensinando como educá-lo, entretanto, o pai deve saber quando puxar ou afrouxar as rédeas e como fazer isso.  

Se, passamos direto da rigidez de antes para a falta de controle atual sem ter desfrutado do “meio-termo”, talvez as tendências de futuro venham a se tornarem reais. E isso é assustador.

Links para esta postagem
2

Mais do que um meio de sobrevivência

Posted by Hugo Alves on 03:01
O Brasil está em clima de copa do mundo e eleições. Nessas épocas até nos esquecemos dos problemas, não é mesmo? A corrupção e demais problemas sociais são deixados de lado. Deixamos tudo pra lá só para não perder um jogo do Brasil na copa. Nas eleições político fica bom, humano. Eleitor vira advogado de político. E por aí vai.

Mas, se pararmos para pensar que esses acontecimentos sejam, talvez, os únicos em que quase todos participam e acompanham, entenderemos o motivo da trégua. Pelo menos no futebol nosso país é de primeiro mundo e está na frente. Pena que depois que as eleições passam tudo volta ao normal. Problemas de educação, saúde, saneamento básico e tantos outros estão batendo a nossa porta a todo instante. Por falar em problema, como vai o MST (Movimento dos Sem Terra)?

Garanto que essa lembrança não foi causada por um hábito de jogar “colheita feliz” (a febre, não tão recente, do Orkut). Tá, confesso que colaborou um pouco, afinal de contas tem pessoas que começam as suas plantações por curiosidade e nunca mais voltam, tornando a terra improdutiva e nos deixando certos de que devemos lutar pelo o direito de invadirmos. Assim como sou a favor de que o governo abra uma linha de crédito para moedas verdes. Calma, quase não jogo “colheita feliz”. Apesar de ser brincadeira, não duvido que logo algo desse tipo apareça, pois tem gente levando esse jogo tão a sério.

Quanto ao MST, já tentei olhar os dois lados dessa moeda. Mas confesso que ainda não consegui acreditar que são mais do que um bando aglomerado de pessoas querendo se aproveitar da situação e ganhar um pedaço de terra para poder vendê-lo depois e torrar a grana si. Não sou um estudioso/pesquisador da área, mas já ouvi muitos casos em que o “cidadão” entrou no MST, ganhou uma área para produzir, vendeu o que ganhou (a terra) e novamente entrou no movimento. Não estou defendendo as terras improdutivas. Porém, o que os manifestantes do MST fazem quando invadem (ou ocupam, como gostam que se refiram ao ato) tantas outras fazendas produtivas – que geram empregos para trabalhadores – é errado.

Eu enxergo isso como um verdadeiro “crime organizado”. E o pior, financiado pelo governo, com o nosso dinheiro. Tão organizado que integrantes do MST fazem invasões em vários estados no mesmo dia. É, meu amigo, invadir uma propriedade e destruir 5 mil pés de laranja não é pra qualquer um não. Nem punidos são. Isso que é uma potencia de “movimento”.


Eu até apoiaria caso fosse para invadir fazendas de corruptos, como o episódio em que ocuparam uma das fazendas de Daniel Dantas, no Pará. Seria por uma boa causa.


Claro que não se pode generalizar e muito menos marginalizar, como a mídia faz. Nem todos são arruaceiros como a imprensa mostra. Mas é justamente a busca por mais adeptos pelo movimento que gera a falta de controle para identificar quem é e quem não é baderneiro. Aí é que deveria entrar a ação do governo quando for ceder algo: ter critérios. E todos nós sabemos que os critérios adotados nessa terra de povo trabalhador, que nos orgulhamos de chamar de Brasil, não é dos melhores e muito menos dos mais justos e compromissados.

Ainda bem que a copa do mundo está chegando para nos distrairmos e festejarmos bastante (caso o Seleção brasileira se apresente bem), pois cada dia que passa está mais difícil pensar que o Brasil vai melhorar. Acreditar nisso seria quase uma utopia.

Tenho medo só de pensar onde nosso país vai parar.

Links para esta postagem
1

O presente ou o futuro?

Posted by Hugo Alves on 05:28
Com o passar dos tempos tudo vai mudando, evoluindo. Em alguns aspectos percebemos mais pontos positivos do que outros, assim como os que possuem mais pontos negativos. Essas mudanças acarretam uma série de conseqüências, influenciando diretamente na vida de cada ser humano. De acordo com que a sociedade modifica seus conceitos o cidadão adota seu estilo de vida, pelo menos na teoria é assim que funciona.

Vivemos em um mundo de “correrias”, do dia-a-dia atarefado, da falta de tempo, da concorrência, do desemprego, da desigualdade social e da ambição. Existem os que vivem para trabalhar e os que trabalham para viver. Os que vivem o agora sem se preocuparem com o depois e os que vivem tão preocupados com o depois que se esquecem de viver. O que vale mais? O presente ou o futuro?




Os mais aventureiros dizem que o momento é mais importante, até porque são de momentos que se constrói a vida e a única certeza que temos é a de que “tudo o que é vivo morre”, logo, não teremos certeza se nosso “investimento” não será em vão. Já os mais metódicos optam pelo futuro, planejando e construindo ambientes mais propícios para que os momentos sejam melhores aproveitados bem como condições para que sejam provocados.

Acho que em determinado momentos da vida é viável se preocupar menos com o futuro, pois a expectativa de vida já não é das mais longas. Momentos em que o que tinha para fazer já foi feito e agora só nos resta colhermos o que plantamos. Mas isso é depois que plantarmos.

As pessoas tomam como o certo o que é conveniente no momento. Nada melhor do que tentarmos justificar algo que desejamos apenas porque é o que queremos. Algumas vezes ouvimos frases do tipo: “Ah, amanhã nem sei se estarei vivo...”. Sem duvida, viver sem a expectativa de que estaremos vivos no amanhã, é um argumento fraco para tornar certo algo baseado na conveniência. Quem nunca ouviu a frase: “Acorde arrependido, mas não durma com vontade”? Essa é de doer. Considero como a maior prova de inconseqüência que poderia ser detectada através de um diálogo com um individuo.

Contudo, não podemos viver com medo da dor. Claro, temos que aprender com os erros dos outros, mas também não podemos ter medo de errar, afinal de contas “errar” está na essência do ser humano. E geralmente, as experiências adquiridas com os erros é que nos fazem crescer. É sempre buscar novas sensações, afinal de contas não se trata de apenas existir e sim de viver. Se for algo que realmente valha a pena lutar e não medir esforços para conseguir, vá em frente.

Não devemos ser rebeldes ao ponto de viver o hoje como se o amanhã não houvesse possibilidades de se tornar real, porém, deixar de viver o presente apenas por se preocupar com o futuro não deixa de ser cruel.


Links para esta postagem
2

É Brasil

Posted by Hugo Alves on 02:56
Como eu já tinha adiantado no texto anterior, visitei um pedacinho do nordeste brasileiro. Apesar de não estar tão longe do nordeste, não estou tão perto do mar. E não é sempre que temos oportunidades de anoitecer ou amanhecer junto a essa perfeição da natureza.


Lugar bonito para visitar é o que não falta. Praia e mais praia. Sol e mais sol. Eu, que sou acostumado com o calor do Tocantins, nem precisei me adaptar ao clima de lá. Encontramos de tudo, ou quase de tudo. Tem praias famosas que já foi cenário de novelas, muito freqüentadas.  Tem praias pouco conhecidas, mas para um bom descanso da rotina do dia-a-dia não tem lugar melhor. Tem água, tem sal, tem paisagens. Enfim, um passeio completo (com direito a caldos e tombos).


O povo nordestino então, sempre tão acolhedor. Sotaque diferente, culinária interessante (tá, nem tudo são flores) e locais turísticos muito atrativos. Quanto à culinária, não precisa se “aperriar”, nada que um pedido com “baião de dois” (feijão com arroz, cozidos juntos) e uma “cajuína” (refrigerante de caju) não te faça ser um legítimo nordestino. Para os mais ousados, existem iguarias de peso, como a buchada de bode. Mas essa eu nem quis experimentar.

Tive a oportunidade de conhecer uma salina, no Rio Grande do Norte. O sal ainda sem refinar, ainda sem iodo. Todo o processo para que o sal deixe a água de lado e esteja ao nosso alcance. Conheci também alguns mangues e caranguejos que habitam neles. Isso tudo além do clima e vegetação.


Parece que a história de Virgulino Lampião se torna mais interessante quando temos a oportunidade de passar em alguns locais e imaginar que ali houve um confrontou ou fragmento qualquer que compõe esse acontecimento, como em Mossoró-RN, onde o “rei do cangaço” fez uma das suas primeiras invasões malsucedidas. Centros históricos e antiguidades, que hoje valem a pena serem visitados, ainda estão à espera dos turistas. A Fortaleza dos Reis Magos (ou Forte dos Magos), em Natal-RN, me deixou impressionado o quanto a engenharia já era utilizada, mesmo que faltasse a tecnologia. Um projeto que, apesar de rústico, muito inteligente. Colocar uma parede de frente para a porta de entrada para que os invasores não tivessem espaço para utilizarem um tronco de árvore na tentativa de invadirem a fortaleza ou esconder a pólvora em cima da capela (que fica bem ao centro, no pátio) para que, caso fosse explodida pelo inimigo, não destruísse toda a estrutura do local, com certeza é uma prova que já existiam mentes para pensar e liderar.


E o maior cajueiro do mundo? Pois é, estive lá. Imaginem um cajueiro que ocupa o espaço de 80 pés de caju. Isso explica porque é o maior cajueiro do mundo e está no livro dos recordes. 70 mil frutos por safra, o que corresponde a mais de duas toneladas e meia de caju. É castanha que não acaba mais. É até difícil de acreditar que tudo isso vem de apenas um caule, que toda aquela “floresta” é ramificação de apenas uma planta. Mais uma obra da mãe-natureza.

Bom, gostaria de contar mais sobre onde passei e as belezas que encontrei. Mas, infelizmente, histórias como a da igrejinha que conheci na Paraíba e tantas outras riquezas que tive a oportunidade de visitar vão ficar para outra oportunidade. E olha que foi uma pequena parte de um grande cenário de maravilhas existentes na região.




Talvez, se o povo brasileiro descobrisse mais o próprio Brasil, não precisassem viajar para o exterior.




Links para esta postagem
0

Assim não dá!

Posted by Hugo Alves on 00:36
Já faz algum tempo que não escrevo algo por aqui. A maioria dos meus post’s são de explicações, justamente por não escrever. Embora esse não seja um blog que almeje sucesso, fins lucrativos ou reconhecimento, não é viável passar tanto tempo sem atualizar. Assim não dá, assim não vai pra frente.


Desde o ultimo texto que escrevi aqui entrei em uma maratona na faculdade. Um projeto que eu tinha desistido e faltando um mês para o final do semestre acadêmico resolvi retomar ao trabalho nele. Foi um “Deus nos acuda”. Sem tempo pra nada, nem mesmo para dormir direito. Mas no final deu tudo certo. Apesar de que vou ter que trabalhar esse mês de Janeiro todo pra fazer as correções e implantar o projeto na universidade, a aprovação da banca (mesmo que em cima da média, o mínimo necessário) me surpreendeu.

Tinha programado uma viagem para as vésperas da virada de ano. Mas terminei mudando de idéia e decidindo viajar com meus pais, que viajariam uma semana antes da que eu tinha programado previamente.

Um dia depois da minha ultima prova, e três dias antes de viajar, eu corri atrás do prejuízo. Ou pelo menos tentei. E quando falo em prejuízo é em relação a não ter trabalhado durante esse tempo em que estava tentando me salvar na faculdade. Foram dois dias úteis apenas para resolver tudo o que tinha pra resolver e um sábado para comprar algo que ainda faltasse, além das festinhas de aniversário de um parente, casamento de um amigo, etc.

Mas como dizem: “Depois da tempestade vem à calmaria”. Perfeito. Hora de descanso, depois de três anos sem férias. Parti em direção ao nordeste brasileiro.

E aqui, no litoral do Ceará, me lembrei desse tal blog. Vim correndo pegar o notebook pra escrever algo. E seria impossível não escrever sobre esses dias aqui de muito sol e muita praia. Mas quem se interessar saber terá que aguardar o próximo capítulo. Garanto que não será um intervalo de tempo tão grande quanto o do ultimo post para este.

Mesmo atrasado, um feliz natal para todos e um próspero ano novo. Fiquem com Deus.

Links para esta postagem

Copyright © 2009 Hugo Alves All rights reserved. Theme by Laptop Geek. | Bloggerized by FalconHive. Distribuído por Templates