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Mais um ano que finda

Posted by Hugo Alves on 21:30
Já é noite, a ultima do ano, que se diga de passagem, e eu nem iria escrever um post, pois tenho a impressão que a maioria deles são de final de ano. Sei também que Já cai no descrédito quanto às atualizações. Porém, resolvi assim, de ultima hora. Surgiu em meio à dúvida entre descansar um pouco desse meu longo dia de trabalho ou navegar um pouco na internet para desestressar.

Como de praxe, fazemos um check-list das metas definidas cerca de 12 meses atrás. E eu, claro, fiz a minha. E fico muito feliz em dizer que foi possível marcar um sinal positivo em praticamente todos os elementos da minha singela lista para 2011. Acredito que posso atribuir isso, primeiramente, a Deus. Meus esforços para cumpri-las também foi um fator preponderante para tal. E, por ultimo, mas não menos importante, a decisão de criar uma lista mais modesta, gerando menos expectativas para não cair em meio às decepções. Ah, houve percas, pois para cada escolha uma renúncia, certo? Certo. Mas aprendi que o que perdi não é mais valioso do que ganhei, que muito que perdi eram âncoras disfarçadas de velas.

Dado tudo isso, é difícil se conter da vontade de lançar voos mais altos, de estipular metas mais ousadas para este novo ano. Mas vou continuar apostando nas humildes listas, pois embora a ambição também possa ser usada para o bem, frustações ainda são difíceis de serem digeridas.

E assim foi, um ano difícil, mas que valeu muito a pena.

Um Feliz Ano Novo para todos os que merecem um Ano Novo Feliz!

2012, tô chegando! =)




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Momento multimídia II

Posted by Hugo Alves on 11:46
Sou bem eclético quanto aos estilos musicais, curto de quase tudo um pouco (as melhores de cada estilo, obviamente!). Certamente alguns gêneros não me agradam e as chances de darem as caras nos meus dispositivos de mídia são mínimas. Mas, de modo geral, a diversidade me consome.

Embora eu seja um amante da música sertaneja, tenho minha admiração pelo som do rock, onde comecei a simpatização no início da adolescência, como maioria da galera juvenil. Geralmente começamos a gostar de uma determinada classe musical por causa de algumas músicas, às vezes apenas uma. E, posteriormente, vamos conhecendo melhor, ouvindo outras e outras, chegando até nos apaixonarmos (romântico isso, né?!) pelo gênero musical, em muitos casos. Ouvi muitas músicas relevantes, mas Sweet Child O' Mine de Guns N' Roses me chamou a atenção. Talvez pela melodia e pelo magistral solo de guitarra do Slash, quiçá a perfeição da letra ou, simplesmente, pelo conjunto da obra. Em suma: é completa.


Guns N' Roses - Sweet Child O' Mine

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Águas passadas não movem moinhos

Posted by Hugo Alves on 16:10
Há três dias foi meu aniversário.  Acho que para grande maioria é a data mais especial do ano. Tá, tudo bem que o carnaval é especial ou pelo menos a mais esperada por muitos, mas o aniversário é uma data personalizada. E depois de alguns janeiros é inevitável começarmos a nos preocupar com a tal idade. Não que eu esteja velho, pelo contrário, sou muito jovem (é sério, acredito nisso!). O legal é que me pego lembrando de quando ainda não tinha alcançado a “maior idade” e almejava algumas coisas, como tirar a minha carteira de habilitação e demais privilégios responsabilidades que adquirimos ao assoprar as 18 velinhas.

O mais interessante (tá, nem tão interessante assim!) é que todos dizem que depois de certa idade o “tempo voa”. E geralmente comprovamos isso, não a tempo de fazer alguma diferença, mas comprovamos. Talvez seja a união de um pouco mais de liberdade (em alguns casos) para festas e lazer com as diversas atividades que, concidentemente, se tornam quase que obrigatórias para um indivíduo “desse tamanho”, como trabalhar e estudar, ocupando tempos vagos. O fato é que depois de alcançada a idade apta para tais exercícios, o tempo não para. Não mesmo, infelizmente!

E então comecei a pensar no quanto perdi tempo em relação a vários aspectos da minha vida. A pensar no quanto deveria ter acordado antes, ter reagido antes.  Mas isso faz parte das fases, e todos nós estamos expostos a elas. É apenas uma das muitas peças que a vida nos prega.

Porém, também passei a pensar que tenho muito tempo pela frente, que posso e devo não me preocupar tanto com o que deixei de fazer e sim com o que posso fazer a partir de agora, afinal de contas, não podemos voltar ao passado e consertar algumas decisões.

Tem uma expressão que pode parecer clichê, mas que faz todo sentido: "Embora ninguém possa voltar atrás e fazer um novo começo, qualquer um pode começar agora e fazer um novo final".



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Resultado de um facto

Posted by Hugo Alves on 14:43
Às vezes me pego pensando no passado, nas minhas escolhas e atitudes, no que acertei ou errei e no que isso influencia no hoje. Sempre tentei ser uma pessoa que se importasse com o meio social, com o que minhas atitudes representavam ou eram interpretadas pela sociedade. Em algumas situações até tentei dar menos importância para isso, beirando a negligência, mas sempre acabava prezando pela idéia da cautela. Embora hoje eu ainda procure enxergar alguma retribuição de alguma parte, tenho certeza de que foi melhor do que ter vivido de forma desentoara. Assim, atravessei a fase da adolescência sem grandes sequelas.

A nossa vida nada mais é do que um grande encadeamento de experiências que somamos no decorrer do tempo. Experiências adquiridas através de atos – nossos ou observados em outros indivíduos, que tecerão o futuro. E esses atos possuem conseqüências, afinal de contas, para cada ação existe uma reação. É a lei da causa e efeito. Isso tudo me leva a pensar: como seria minha vida hoje se algumas decisões tivessem sido diferentes?

Sigo a idéia de que devemos aprender com os nossos erros. Tentar tirar proveito da lição aprendida, quando aprendida. Claro que aprender com os erros dos outros é melhor, dói menos e sai mais barato. Mas somos seres humanos e os erros fazem parte da nossa vida, é algo que nos acompanhará por toda nossa trajetória, sendo inevitável que os tenhamos. Não podemos voltar no tempo e mudar o passado, pois ele é imutável, mas podemos aprender algo com nossas falhas e nos tornarmos mais preparados para trilhar novos caminhos.

Existem pessoas que não aceitam as conseqüências de seus atos, não aceitam que é um preço a ser pago por uma decisão tomada, uma escolha feita. E todas nossas escolhas são acompanhadas de percas, às vezes compensatórias e às vezes não. Quando sofremos percas por causa de atos errôneos de terceiros até compreendo a indignação e/ou dificuldade de aceitação, pois não é fácil e nem justo assumir os encargos alheios, embora não temos como vivermos sem nos sujeitarmos a isso. Mas quando se trata dos nossos próprios atos os causadores dos nossos fracassos, ah!, aí seria de tamanha covardia fugir das conseqüências ou pousarmos de vítima, jogando a culpa na sorte ou na vida, como muitos fazem.

Quando se trata de atos involuntários é totalmente aceitável, normal aos seres humanos. Entretanto, tem gente que não se importa com o que é certo ou errado e sim com o que querem e o que não querem, sem se preocuparem com o que vão causar a si próprios ou se afetarão outras pessoas. E o que dizer dos que tentam transferir a culpa para outros? É mais fácil culpar alguém do que assumir, não é? E estes eu considero os piores, os mais egoístas e egocêntricos. 

Quando são consequências boas geralmente tentamos revive-las. Normal tentarmos espremer do passado mais do que ele pode nos proporcionar, mas quando ruins não devemos nos esquivar ou nos esquecermos de tirar uma boa lição do ocorrido.

Conseqüências sempre existirão, faz parte do aprendizado de todos, mas o triste de ser observado é o fato das pessoas não aceitarem os efeitos de suas atitudes. Podemos escolher o que plantar, mas a colheita é restrita ao plantio.


"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das conseqüências." (Pablo Neruda)


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Felicidade com um tom de marca d'água

Posted by Hugo Alves on 23:14
Depois de alguns meses sem atualizar, eis que ressurjo das cinzas e resolvo entrar aqui. Estive ausente por alguns motivos, não considerados fortes isoladamente, mas que pesaram quando tratados como um todo. Mas tem algo que não posso negar e vos digo: que saudades desse blog!

Embora eu tenha titubeado, resolvi correr atrás do prejuízo e tentar recuperar um pouquinho do que perdi, a fim de dar continuidade nos meus planos para 2011. Hoje é o primeiro dia do segundo semestre do ano e posso dizer que minhas metas para esse primeiro período foram cumpridas. A duras penas, mas foram.

A partir de agora se inicia uma nova fase da minha vida, uma fase que ainda não planejei e não sei como proceder. Mas estou confiante, esperançoso e otimista. Ah, realista também. O momento é de alegria por algumas coisas e tristeza por outras, mas a consciência dos meus passos me permite dormir tranquilamente. Embora as incertezas me dominem atualmente, acredito em luzes ao final de túneis.

Sobre a ausência de atualizações eu prefiro acreditar que a partir de agora será sanado esse problema, afinal de contas, esse blog é minha terapia, meu companheiro de tantas madrugadas regadas pela insônia. Companheiro este que foi trocado temporariamente substituído pelo árduo trabalho de desenvolvimento da minha monografia, o que me tomou todo o tempo durante os últimos dias.

Entretanto, valeu à pena! Agora é fazer novos plantios para, novamente, poder colher bons frutos.

Fiquem com Deus.



P.S.: Como eu não conseguiria explicar todas as causas e efeitos do que se passa em minha vida no momento, resolvi ser superficial. O post é singelo, mas o momento é importante.

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Momento multimídia I

Posted by Hugo Alves on 04:14
A música é uma arte que consegue combinar sons e silêncio. É fato que é uma arte que retrata muito bem a realidade de todos. Até mesmo as mais consideradas “viajadas na maionese” podem representar alguma ação (ou reação!), momento, pensamento ou sentimento (esse já inspirou muitas composições românticas), seja pela letra ou simplesmente sua melodia. Independente de estilos, a música é algo que admiro.

E, dispensando comentários, para mostrar que todos nós temos um certo conhecimento de causa, está aí uma música.


Jack Johnson - Sitting Waiting Wishing

“A música é o barulho que pensa”. (Victor Hugo)

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Positividade

Posted by Hugo Alves on 02:58
Finalmente, meu primeiro post de 2011. Ao finalzinho do mês de janeiro faço minha primeira atualização. Antes tarde do que nunca. O primeiro mês do ano passou muito rápido, provavelmente porque eu estive viajando boa parte do tempo. Antes eu pensava que o mês só passava rápido quando moramos de aluguel, mas descobri que viajar também faz o tempo voar. Tive férias e isso é ótimo, pois nem sempre temos férias. Voltei a alguns lugares que já conhecia e tinha vontade de voltar e também conheci outros que sempre tive vontade de ir, mas faltava oportunidade. Fui para o nordeste e como eu já fiz um post (clique aqui para vê-lo) a um ano atrás totalmente dedicado a região, vou apenas acrescentar que conheci duas novas capitais nordestinas, Fortaleza-CE e João Pessoa-PB – além de Natal-RN e alguns lugares do interior que fui no verão passado.

Mas, já de volta a realidade. E como eu disse aqui anteriormente, estou tentando não gerar muita expectativa e tracei objetivos menores para este ano, assim me frustrarei menos se não alcançá-los. Porém, estou otimista.

Entrei aqui rapidinho só para marcar o ponto. Vou aproveitar e compartilhar um videoclipe que achei legal. Fiquem com Deus!





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